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Prevenção do Câncer: palestra no CZFL

Na próxima terça feira, dia 17/01, o prof. Edwin Auza irá proferir uma palestra sobre prevenção do câncer no Centro Zen Flor de Lótus, logo após nosso encontro semanal de meditação.

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Na palestra serão abordados temas como as causas da doença, as formas de prevenção e tratamentos alternativos, como a terapia nutricional. O professor Edwin é associado da entidade americana “The Truth about Cancer” (A Verdade Sobre o Câncer), e tem se aprofundado no estudo do tema nos últimos anos.

Dia 17/01 – terça feira – Programação:

19:30 – meditação zen                                                                                                  20 às 21:30 – palestra

Gustavo Mokusen.

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Grupo de Estudos Budistas (GEB)

Na segunda reunião do GEB, que ocorreu no Centro Zen Flor de Lótus, foi dado início aos estudos das obras de Dogen Zenji. Iniciando com uma sessão de meditação Zazen, mais de 20 praticantes se reuniram para o aprofundamento da prática.

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Após, iniciamos o estudo do texto clássico FUKANZAZENGI, escrito por mestre Dogen assim que ele retornou da China ao Japão, em 1227, com o intuito de disseminar o correto Dharma Budista em sua terra natal.

FukanO Fukanzazengi trata das orientações fundamentais para a correta prática do Zazen, a meditação sentada.

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Os principais aspectos da primeira parte do texto foram abordados e aprofundados. No próximo encontro do GEB, em junho, o estudo do Fukanzazengi será finalizado. Encerramos com nosso tradicional chá e lanche de confraternização.

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Em breve a programação do mês de Junho será publicada. Se você também deseja aprofundar seus estudos budistas e a prática do Zen, junte-se a nós e seja bem vindo!

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Abaixo, o texto FUKANZAZENGI abordado em nosso encontro.

Gustavo Mokusen.

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GRUPO DE ESTUDOS BUDISTAS – GEB

CENTRO ZEN FLOR DE LÓTUS

 

   Fukan-Zazengi

                                       Mestre Dogen Zenji

Zen-26-gr[1]

Guia Universal para o Método Padrão do Zazen

                                                                                       (Rufu-bon – A edição popular[1]. Extraído do volume I do Shobogenzo, tradução do japonês para o inglês de Nishijima & Cross. Tradução para o português de Gustavo Mokusen.)

 

Agora, quando nós a pesquisamos, a verdade está originalmente toda ao redor; por que deveríamos nós confiar em prática e experiência[2]? O veículo real existe naturalmente; por que deveríamos nós levar adiante grandes esforços? Ademais, todo o corpo transcende sujeira e poeira: quem poderia acreditar no sentido de varrer e polir[3]? Em geral, nós não nos extraviamos do correto estado; de qual utilidade, então, os avanços do treinamento?

Entretanto, se existe um milésimo ou um centésimo de lacuna, a separação é tão grande como aquela entre céu e terra; e se um traço de desacordo surge, nós perdemos a mente em confusão[4]. Orgulhosos de nossa compreensão e ricamente dotados com a realização, nós obtemos estados especiais de insights; nós alcançamos a verdade; nós clarificamos a mente; nós adquirimos o zelo que perfura o céu; nós divagamos através de esferas intelectuais remotas, prosseguindo com a cabeça: e assim, nós temos perdido quase completamente o caminho vigoroso de deixar cair o corpo.

Entretanto, nós ainda podemos ver os traços dos seis anos gastos na postura sentada ereta pelo sábio[5] do parque de Jetavana. Nós ainda podemos ouvir rumores dos nove anos que o transmissor do selo-da-mente do Templo de Shaolin passou olhando para a parede[6]. Os santos antigos eram assim; como as pessoas de hoje poderiam não fazer esforço?

Portanto, nós deveríamos cessar o trabalho intelectual de estudar e perseguir palavras e linguagem. Nós deveríamos aprender o passo de meia volta para virar a luz e refletir. Corpo e mente irão naturalmente desaparecer, e a fonte original irá se manifestar por si mesma diante de nós. Se nós queremos atingir a questão do inefável, nós devemos praticar a questão do inefável prontamente.

Em geral, um quarto quieto é bom para praticar Zazen, sendo que comemos e bebemos com moderação. Deixe de lado todos os envolvimentos. Dê às miríades de coisas um descanso. Não pense em bom ou ruim. Não considere certo e errado. Pare de dirigir o movimento da mente, vontade, consciência. Cesse as considerações intelectuais através de imagens, pensamentos e reflexões. Não objetive tornar-se um Buddha. Como isso poderia estar relacionado com o sentar ou com o deitar[7]?

Nós usualmente colocamos uma esteira grossa no lugar onde nós sentamos, e usamos uma almofada redonda em cima dela. Você pode se sentar na postura de lótus completo ou na postura de meio lótus. Para se sentar na postura de lótus completo, primeiro coloque seu pé direito na coxa esquerda, então coloque seu pé esquerdo na coxa direita. Para se sentar na postura de meio lótus, apenas coloque seu pé esquerdo na coxa direita[8].

O vestuário folgado deve ser arranjado de forma pura[9]. Então coloque a mão direita sobre o pé esquerdo, e ponha a mão esquerda na palma direita. Os polegares encontram-se e sustentam um ao outro. Apenas coloque o corpo corretamente e sente-se ereto. Não se incline para a esquerda, tombe para a direita, entorte para frente ou penda para trás. As orelhas devem estar alinhadas com os ombros, e o nariz alinhado com o umbigo. Mantenha a língua contra o palato, mantenha os lábios e dentes fechados, e mantenha os olhos abertos. Respire suavemente pelo nariz.

Com a postura física já assumida, faça uma completa exalação e balance para a esquerda e para a direita. Então, sentado imovelmente no estado de montanha, “pense sobre o concreto estado além do pensamento”. “Como o estado além do pensamento pode ser pensado?” “Isto é diferente do pensamento”[10]. Este é justamente o pivô do Zazen.

Este sentar em Zazen não é aprender concentração Zen[11]. É simplesmente o pacífico e alegre portal do Dharma. É a prática-e-experiência que perfeitamente realiza o estado de bodhi[12]. O Universo é conspicuamente realizado, e restrições e obstáculos nunca atingem isto. Alcançar este significado é ser como um dragão que encontrou água, ou como um tigre em sua fortaleza na montanha. Lembre-se, o correto Dharma está naturalmente manifestando a si mesmo antes de nós, e escuridão e distração[13] já estão prontamente lançadas fora.

Se nós terminamos o Zazen, nós devemos mover o corpo lentamente, e nos levantamos calmamente. Nós não devemos ser apressados ou brutos. Nós vemos no passado que aqueles que transcenderam o comum e o sagrado e aqueles que morreram enquanto estavam sentados ou em pé[14] dominavam totalmente este poder. Além disso, a impermanência do momento, revelada através do significado de um dedo[15], um mastro[16], uma agulha ou um sino de madeira[17]; e a experiência do estado[18], através da manifestação de um abanador[19], um soco, um bastão ou um grito[20] não podem nunca ser compreendidos pelo pensamento e discriminação. Como poderiam estes aspectos ser conhecidos através de poderes místicos ou prática e experiência[21]? Eles podem ser comportamentos dignificados que estão além do som e da forma. Como estes aspectos poderiam ser outra coisa além de fundamentos que precedem conhecimento e percepção?

Portanto, nós não discutimos inteligência como algo superior e estupidez como algo inferior. Não escolhemos entre pessoas habilidosas e outras limitadas. Se nós fazemos o esforço da mente unificada em Zazen, isto é verdadeiramente a prática da verdade. Prática-e-experiência é assim naturalmente preservada. Ações são mais balanceadas e constantes[22].

Em geral, os patriarcas deste mundo e de outras direções, desde os Céus do Oeste até as Terras do Leste, todos eles mantém da mesma forma a postura de Buddha, e unicamente preservam os costumes da nossa tradição. Eles simplesmente devotam a si mesmos a sentar, e são abrangidos pelo estado.

Embora haja miríades de distinções e milhares de diferenças, nós deveríamos apenas praticar o Zazen e obter a verdade. Por que deveríamos nós abandonar nosso próprio assento no chão para ir e vir sem propósito através das fronteiras empoeiradas de terras estrangeiras[23]? Se nós damos um passo errado, nós perdemos o momento do presente. Nós já temos recebido o pivô essencial que é um corpo humano; não devemos desperdiçar tempo em vão. Nós estamos mantendo e confiando a essência primordial[24] que é a verdade de Buddha: quem poderia desejar ociosamente desfrutar de pequenas faíscas que saem de uma lamparina? Ainda mais, o corpo é como uma gota de orvalho em uma folha de grama. A vida passa como um relâmpago. Rapidamente se vai. Em um instante é perdida.

Eu rogo a você, nobre amigo do aprendizado através da experiência, não se torne tão apegado às imagens senão você será vencido pelo dragão real[25]. Devote esforços honestos para a verdade que é acessada diretamente. Respeite aqueles que estão além do estudo e não têm mais objetivos[26]. Harmonize-se com o bodhi dos Buddhas. Torne-se um correto sucessor do samadhi dos patriarcas. Se você praticar este estado por um longo tempo, você certamente vai se tornar um com o próprio estado. Então o recipiente do tesouro irá se abrir naturalmente, e você será livre para receber e usar o seu conteúdo como desejar.

 

Fim do Fukan-zazengi

[1] Existem duas principais versões do Fukan-Zazengi, chamadas de Shinpitsu-bon, a edição original (literalmente, a edição escrita pela própria mão do autor), e Rufu-bon, a edição popular. Mestre Dogen escreveu a Shinpitsu-bon tão logo retornou da China para o Japão em 1227. Ele mais tarde revisou esta edição antes de se decidir pela Rufu-bon. Enquanto que Mestre Dogen escreveu o Shobogenzo todo em japonês, ele escreveu o Fukan-Zazengi apenas em caracteres chineses. Originalmente este texto era composto de um longo trecho; aqui ele foi dividido em parágrafos para facilitar a leitura.

[2] Aqui Mestre Dogen alude à abordagem que discrimina entre prática e experiência como dois estágios separados, o que é um obstáculo à realização do caminho. No Zen Budismo, prática-e-experiência é uma unidade indiscriminada.

[3] As palavras “sujeira e poeira” e “varrer e polir” referem-se à história do 6º Patriarca na China, Mestre Daikan Eno (Hui Neng) e outro monge chamado Jinshu. Jinshu comparou a prática budista ao ato de limpar e polir um espelho. Mestre Daikan Eno (que era analfabeto) sugeriu então que, em primeiro lugar, originalmente não há impureza, demonstrando assim completa sabedoria (prajna) e por isso recebeu o manto e a tigela (a transmissão) do seu antecessor, o 5º Patriarca.

[4] Neste trecho, Mestre Dogen nos alerta contra a armadilha de cair no estado de excesso de pensamento.

[5] Buddha Shakyamuni, epíteto do príncipe Sidartha Gautama após sua iluminação.

[6] Selo-da-mente (jap. SHIN-IN), é uma abreviação de “Selo-da-mente-Buddha” (jap. BUTSU-SHIN-IN). IN vem do sânscrito mudra que significa “selo”. No Shobogenzo, Mestre Dogen identifica o Selo-da-mente-Buddha como a postura de lótus completo. Shaolin é o nome do templo onde Mestre Bodhidharma introduziu o Zazen na China.

[7] Sentar e deitar representam aqui os quatro tipos de comportamento: sentar, estar de pé, caminhar e deitar. Mestre Dogen sugere que zazen transcende para além das ações ordinárias da vida diária.

[8] Mestre Dogen dá o exemplo do pé esquerdo na coxa direita. Colocar o pé direito na coxa esquerda é também a posição de lótus correta.

[9] Especificamente isto se refere à prática de não se esticar agressivamente o kesa (manto usado pelos monges) entre os joelhos.

[10] Estas frases provém da conversação entre o Mestre Yakusan Igen e um monge. Elas são discutidas profundamente no capítulo Zazenshin (mente do zazen) do Shobogenzo.

[11] “Concentração Zen” seriam aqueles métodos tomados erroneamente como “meditação Zen”, que objetivariam desenvolver certas habilidades extraordinárias ou atingir propósitos especiais. Muitos historiadores colocam Mestre Bodhidharma ao lado de pessoas que estavam aprendendo esta concentração Zen, e nesta passagem Mestre Dogen claramente desfaz este engano.

[12] Bodhi é uma redução de Annutara-samyak-sambodhi (sansc.), que seria o supremo balanceado e correto estado da realidade.

[13] “Escuridão e distração” são exemplos representativos de condições não naturais ou desbalanceadas do corpo e mente.

[14] É dito que Mestre Mahakasyapa, por exemplo, morreu enquanto sentado em Zazen.

[15] Mestre Gutei usava elevar um dedo para responder uma questão que não poderia ser respondida com palavras.

[16] Mestre Ananda realizou a verdade quando um mastro de bandeira do templo caiu ao chão.

[17] Chamado de TSUI, que é um pequeno bloco de madeira usado para bater em um pilar octogonal também de madeira. Por exemplo, é dito que o Bodhisattva Manjusri pregava a verdade usando um tsui.

[18] SHOKAI em japonês, literalmente “experiência-outorgada”, significa o mesmo estado do Buddha Gautama.

[19] Em japonês HOSSU, um abanador cerimonial com um cabo de madeira e uma pluma de um animal ou outro material.

[20] Mestre Baso,por exemplo, ficou famoso por ter dado um grito muito alto para demonstrar a verdade.

[21] A abordagem que discrimina entre prática e experiência é um empecilho à compreensão da realidade, bem como o propósito de obtenção de poderes místicos.

[22] Significa o estado da mente normal, naturalmente harmonizada.

[23] Alude à parábola do Sutra do Lótus sobre um filho que vagueia na miséria através de terras estrangeiras, desconhecendo que é o herdeiro da fortuna de seu pai.

[24] Em japonês YOKI. KI significa mecanismo e, às vezes, o estado do momento presente. YO significa o ponto central, a parte importante, o pivô.

[25] Referência à história de Shoko, que adorava imagens de dragões, mas que ficou terrificado quando encontrou um dragão real. O real dragão significa o Zazen.

[26] O poema Shodoka do Mestre Yoka Genkaku começa com as palavras “Cavalheiro, você não vê? A pessoa que foi além do estudo e não tem mais objetivos, que está à vontade na verdade, que não tenta se livrar da delusão e não procura mais obter a realidade.”

 

Tradução livre para o português realizada na primavera de 2009. Pode ser livremente reproduzida e citada, desde que mencionado os créditos das fontes.

Amarelo que cura

Os indianos têm vários segredos, especialmente quando o assunto é equilíbrio entre corpo e mente. Mas, nas últimas décadas, um desses segredos – no caso, uma especiaria culinária – vem sendo pouco a pouco revelado ao resto do mundo, e os resultados extraordinários das pesquisas revelam o que muitos estão chamando de “o alimento que cura”: a cúrcuma, mais conhecida como açafrão da terra, é um verdadeiro elixir da saúde.

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Esse alimento natural ajuda no tratamento de mais de 20 doenças que nos acometem, sendo que, para pelo menos três delas, mostrou eficácia superior no tratamento quando comparada com os remédios alopáticos tradicionais. E sabe qual é a principal dessas doenças? Pasmem, mas simplesmente é nada mais, nada menos do que o mal do século: a depressão. Um estudo recente revela: cúrcuma é mais eficaz que Prozac. Por que isso não foi divulgado massivamente para as pessoas? Não sei (de mentirinha, mas no fundo sei sim). O estudo foi publicado na revista Phytotherapy Research, e confirmou, pela primeira vez em um ensaio clínico randomizado e controlado, que o polifenol primário no cúrcuma conhecido como curcumina é seguro e eficaz no tratamento de estados graves de depressão.

A pesquisa foi realizada no Departamento de Farmacologia, Government Medical College, Bhavnagar, Gujarat, Índia e envolveu pacientes diagnosticados com transtorno depressivo maior (MDD). O objetivo do estudo foi comparar a eficácia e a segurança da curcumina com a fluoxetina (Prozac) em 60 pacientes diagnosticados com transtorno depressivo maior. Os indivíduos foram randomizados para receber um tratamento de seis semanas com fluoxetina (20 mg) e curcumina (1.000 mg), individualmente ou sua combinação.

Os resultados foram relatados como se segue:

“Observou-se que a curcumina foi bem tolerada por todos os pacientes. A proporção de indivíduos que responderam como medida pela escala de HAM-D17 foi maior no grupo combinado (77,8%) do que no grupo de fluoxetina [Prozac] (64,7%) e o grupo de curcumina (62,5%), no entanto, estes dados não foram estatisticamente significativos (P = 0,58). Curiosamente, a alteração média na pontuação HAM-D17 ao fim de seis semanas, foi comparável em todos os três grupos (P = 0,77). Este estudo fornece primeira evidência clínica de que a curcumina pode ser usada como uma modalidade eficaz e segura para o tratamento de pacientes com TDM sem ideação suicida concomitante ou outros transtornos psicóticos.”

A curcumina, é claro, é extremamente segura, com um estudo fase 1 de segurança de 2010 constatando que doses orais tão elevadas quanto 8 gramas por dia foram bem toleradas. A fluoxetina, por outro lado, é altamente controversa, devido à sua bem conhecida toxicidade, e sua longa lista de efeitos colaterais, que incluem a ideação suicida. O artigo (em inglês) pode ser encontrado aqui .

A cúrcuma é um dos principais ingredientes do curry indiano, e possui a mesma cor característica amarelo intensa. Trata-se de um tubérculo, uma raiz da mesma família do gengibre, cujas propriedades curativas vêm impressionando a comunidade científica. Não é à toa que recentemente, em 2013, um laboratório de peso mundial lançou um medicamento fitoterápico que é composto simplesmente do extrato seco da cúrcuma. O principio ativo presente no açafrão da terra, também chamado de curcumina, foi batizado pela comunidade científica de “Turmeric”.

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Além da depressão, a cúrcuma vem sendo associada no controle do câncer. Outro estudo publicado na revista “British Journal of Cancer” revela que a curcumina é capaz de destruir as células do câncer de garganta, abrindo caminho para novos tratamentos. Clique aqui para ler o artigo, também em inglês. Também seu uso em casos de artrite reumatóide e outras afecções das articulações vem sendo muito bem sucedido.

Devido à sua ação antioxidante e antinflamatória, a cúrcuma traz vários outros benefícios ao corpo: analgésico natural, reduz o nível de gorduras no sangue, ação antisséptica, estimula a boa digestão, dentre outros vários. Você pode ler mais aqui .

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Fica então essa valiosa dica. Você pode tomar chá de cúrcuma, adicionar a raiz na dieta ou simplesmente ingerir as cápsulas disponíveis no mercado. Eu mesmo estou experimentando e já senti os benefícios imediatos do uso.

Gustavo Mokusen.