Colisão de palpites

O ato criativo, um eterno jogo entre luz e sombra, movimento e repouso, paz e luta. Andei investigando as raízes da criação, andei me perguntando o que nos move em direção à criatividade e como isso acontece.

Acredito que uma das coisas mais difíceis, a despeito de todas as regras estéticas e técnicas que existem a ditar as direções produtivas, é encontrar a própria pegada, a própria harmonia criativa, e assim poder expressar o conteúdo que pede para sair de nós mesmos com a autenticidade que lhe cabe.

Muitas vezes ficamos “grávidos” de uma nova ideia, mas ela precisa de tempo e de condições favoráveis para se realizar. Este pequeno vídeo trata um pouco do assunto:

Trocando perspectivas e informações, colidindo palpites, gostaria de apresentar o blog de um amigo, o Antônio, que começou a dar formas às suas ideias e lançou há alguns dias o Com 3 ou Mais . O autor tem uma mão boa e, garanto, uma enxurrada de ideias para quem gosta de ler textos bem elaborados sobre temas como autoconhecimento e reflexões existenciais. Vale a pena conferir!

Gustavo Mokusen.

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2 opiniões sobre “Colisão de palpites”

  1. Salve Gustavo! Muito grato pelas palavras e pela indicação do Com 3 ou Mais!!

    Achei o vídeo interessante, por tocar na conectividade e nas circunstâncias como base da criatividade e da inovação, mas fico achando que, hoje em dia, o que mais se precisa, coletivamente, é desmistificar a relevância desses elementos enquanto propulsores de bem-estar. E o tom do cara me parece muito corporativo… O desenvolvimento desenfreado interessa afinal ao lucro das grandes corporações e hj, boas ideias valem ouro, então temos que entender como se produz novas ideias… foi para isso que ele parece ter estudado e escrito sobre o assunto, não é?! Eu rezo todos os dias pela minha conexão com a Internet! rsrs Porque sei bem o quanto dependo dela para as minhas ideias e meus textos… mas onde será que está o melhor equilíbrio entre a potencialidade humana natural de criatividade e o bem-estar individual e coletivo? Acho que hoje, as grandes ideias e soluções – que são inúmeras e invariavelmente morrem na esquina – acabam nos trazendo mais angústias que benefícios. A criatividade precisa encontrar seu melhor equilíbrio num berço de maior estabilidade e continuidade. Mas ninguém sabe como frear a máquina!

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