Aprendendo sobre o amor próprio

Por Shan Zimmerman

Estou caminhando na direção do amor próprio. Estou aprendendo a me amar. Estou aprendendo a silenciar a minha crítica interna e substituí-la com o cultivo de pensamentos de amor e aceitação.

Como uma pessoa criativa, às vezes tenho momentos de insights em que várias partes da minha vida se alinham e, assim, eu tenho uma direção clara a seguir.

Ficou claro para mim que a minha nova direção artística é criar mandalas, para mergulhar no mundo intrigante dessas formas circulares significativas que são usadas como ferramentas para a obtenção de sabedoria e compaixão.

Não devo bloquear essa ação de expressar minhas experiências através das cores, tamanhos e formas, e também a minha vontade de compartilhar o que tenho aprendido na vida através de pessoas incrivelmente autênticas, como Gustavo.

Ao longo da jornada da minha vida tomei conhecimento das recorrentes emoções negativas que se manifestam em meus relacionamentos. Por “emoções negativas” quero dizer aqueles sentimentos nem sempre saudáveis com os quais eu me identificava e que não tinham efeitos positivos em longo prazo, me fazendo perder de vista o amor com o qual estou rodeada.

Procurando inspiração para agir sempre a partir de um lugar de compaixão, eu queria encontrar as raízes desses momentos difíceis e transmutar todas as emoções que me impulsionavam a partir da insegurança.

A resposta não veio de imediato, mas, quando aconteceu, foi poderoso.

Eu não estava me amando.

Meu primeiro grupo de mandalas são, então, sobre o amor próprio. As cores são quentes como um abraço carinhoso. Os movimentos são lentos e contemplativos. As bordas são arredondadas e macias como as palavras de amor. Linhas de repetição vibram a energia do crescimento. A mandala não tem limites, seu amor é expansivo e não é confinado.

Quando eu comecei a criar essas mandalas, tornou-se claro para mim que em cada momento existe uma oportunidade de cuidar e amar o meu guia interior. Cada momento é uma oportunidade de amar, de aceitar e validar a mim mesma, minhas idéias e minhas emoções.

Muitas vezes eu quero que a mudança ocorra imediatamente, mas estou aprendendo que este processo de amar a si mesmo, de sempre agir com compaixão, vem lentamente, pouco a pouco… momento a momento.

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